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Colesterol bom (HDL): será que faz bem?

Todos nós sabemos e a mídia, bem como a ciência já nos relata do que significa colesterol bom. Cerca de um terço a um quarto do colesterol é transportado por lipoproteínas de alta densidade HDL (high density lipoprotein). Concentrações elevadas de HDL aparentemente protegem o indivíduo contra o infarto do miocárdio. Concentrações  baixas de HDL, inferiores a 40 mg/dl, aumentam o risco de doença cardiovascular. Acredita-se que o HDL remove o excesso de colesterol da placa aterosclerótica, retardando ou inibindo a sua formação, além de transportar o colesterol de volta para o fígado, onde é novamente metabolizado.

Mas, o colesterol bom (HDL): será que faz bem a saúde? Segundo uma equipa médicos do centro médico acadêmico Cleveland Clinic (em Ohio, EUA), o HDL mostrou ser anormal e com tendência a entupir as artérias.

Essa descoberta não nos escusa de mantermos uma boa alimentação, mas o conhecimento a respeito do “bom” colesterol é mais complexa do que se pensava.

Por isso desejamos interromper um pouco aqui para mostrarmos o que fazer para manter bons níveis de HDL que faz bem a saúde, veja abaixo:

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A lipoproteína de baixa densidade (LDL na sigla em inglês) é “ruim” porque é depositada nas paredes das artérias e causa a formação de placas duras que podem causar entupimentos, resultando em acidentes cárdeo vasculares (AVC) e infartos.

A evidência hoje é de que ter uma proporção maior do bom colesterol em relação ao ruim faz bem à saúde. No entanto, os pesquisadores da Cleveland Clinic dizem que testes clínicos com o objectivo de aumentar os níveis de HDL “não tiveram sucesso” e que o papel do bom colesterol é claramente mais complicado.

Química do colesterol bom

No estudo, divulgado na publicação científica Nature Medicine, eles mostraram como a lipoproteína de alta densidade pode se tornar anormal.

Um dos pesquisadores, Stanley Hazen, disse que o HDL estava sendo modificado nas paredes das artérias.

“Nas paredes das artérias o HDL está agindo de forma bastante diferente de como age na circulação. Pode se tornar disfuncional e contribuir para o desenvolvimento de doenças do coração.”

“Estes dados não mudam a ideia de que devemos comer (ter uma nutrição) de forma saudável”, explicou Hazen.

Ele disse que as descobertas serão usadas para desenvolver novos testes para o HDL anormal, e pesquisar medicamentos que ajudem a bloquear sua formação.

Shannon Amoils, um pesquisador da organização de caridade britânica voltada para problemas cardíacos, a British Heart Foundation, disse que “embora tradicionalmente pensemos no HDL como colesterol ‘bom’, a realidade é muito mais complexa.”

“Nós hoje sabemos que diante de certas condições, o HDL pode se tornar disfuncional e pode ajudar a entupir artérias.”

“Esta interessante pesquisa mostra a exata mudança química que torna o “bom” colesterol em “ruim”.

“Esse conhecimento pode permitir que cientistas monitorem a doença arterial coronária mais de perto ou até mesmo ataquem o colesterol “ruim” com medicamentos.”

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