Probióticos antienvelhecimento

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Existem evidências de probióticos antienvelhecimento. Um estudo mostra como os Probióticos têm a capacidade antievelhecimento. Antes de falarmos com mais detalhes sobre Probióticos antienvelhecimento, entenda o que são probióticos (leia aqui).

Depois de vermos qual a importância dos alimentos probioticos, veja a descoberta qua a UNR fez:

O estudo  demonstra mais efeitos saudáveis da Bacillus subtilis (Probióticos antienvelhecimento) no ser humano. Além de regular o sistema imunológico, esta bactéria pode retardar o envelhecimento, prolongar a vida e mantê-la vital, através da colonização do intestino.

Até hoje, sabia-se que esta bactéria produzia um efeito benéfico sobre a imunidade inata, ou seja, células e mecanismos que defendem o indivíduo de infecções não específicas.

Isto significa que protege contra as causas de morte mais comuns: doenças e o envelhecimento de células, tecidos e órgãos, como as infecciosas, neuro-degenerativas e, inclusive, o câncer.

A descoberta  de Probióticos antienvelhecimento

Para este estudo, os pesquisadores provaram os efeitos da Bacillus subtilis em um verme, o nematódeo Caenorhabditis elegans, que possui vias regulatórias do envelhecimento similares às dos seres humanos.

Esta bactéria tem a particularidade de formar esporos (células em repouso altamente resistentes) que germinam quando chegam ao intestino e dão origem à bactéria ativa que forma um biofilme sobre a mucosa intestinal, responsável por um aumento da imunidade inata do hospedeiro, neuroproteção e aumento da longevidade.

“Comprovamos que este probiótico também é capaz de prolongar a vida. De uma expectativa de vida média em âmbito mundial de 80 anos, poderia passar-se a uma de 120 anos de forma saudável”, afirma Roberto Grau, diretor do estudo.

Os pesquisadores do Laboratório de Microbiologia da Faculdade de Ciências Bioquímicas da UNR, onde se realizou a pesquisa, afirmam que há alguns antecedentes de que o consumo de certos alimentos que contêm este probiótico tem um efeito benéfico em prolongar a vida.

O primeiro foi de 1903, realizado nas populações de Los Cáucasos, onde a expectativa de vida era de 45 anos, mas havia pessoas que viviam mais de 100. Uma pesquisa relacionou a causa ao consumo de um leite fermentado.

Veja mais: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S016749431730211X

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Autor: Augusto Constantino

Augusto Bene Tomé Constantino é Moçambicano. Nasceu na cidade de Chimoio, província de Manica. Formado em Farmácia pela Universidade Zambeze, leciona curso de Licenciatura na Faculdade de Ciências de Saúde da UniZambeze. Trabalha com microencapsulação de compostos bioativos usando biopolímeros de origem vegetal.